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domingo, 8 de abril de 2012

Robôs domésticos

           Ultimamente, a procura por secretarias domésticas tem aumentado bastante, pois, as pessoas estão trabalhando muito mais, e estão sempre sem tempo para cumprir as “tarefas domésticas”, e a escassez desse (a) profissional está a cada dia maior, pelo fato das pessoas estarem a cada dia em busca de estudar para poder cursar um ensino superior, exercer uma profissão que “pague mais” essa profissão foi “abandonada”, mas o que fazer quando é preciso cada vez mais de secretarias domesticas e não tem no mercado? Que tal você comprar uma secretaria doméstica?


Robô doméstico


                A Toyota está desenvolvendo junto com a Universidade de Tóquio, um robô doméstico, que é capaz de tirar a louça da mesa, limpar o chão da casa e colocar as roupas na máquina de lavar. “Os robôs, que medem cerca de um metro e meio e pesam 130 kg, podem reconhecer obstáculos e aprender com seus erros. Eles são equipados com dois braços, quatro câmeras para reconhecimento dos ambientes, sensores laser e se movimentam com rodas instaladas em sua base. O objetivo da empresa é oferecer um "ajudante" doméstico no prazo de sete anos para a população japonesa, que está envelhecendo rapidamente.” (Beto Largman)

Robô doméstico
                   A vida melhoraria bastante, pois esses robôs podem ajudar principalmente os idosos que não podem fazer muitos esforços físicos. Que tal um desse na sua casa?  A previsão que os japoneses fazem para lançar esse robô doméstico no mercado japonês é de aproximadamente sete anos.
Saiba mais informações em : http://oglobo.globo.com/blogs


Por Cris Paz

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Inclusão digital

         





          Antes de falarmos sobre inclusão digital. Faço-lhe a seguinte pergunta: O que é Inclusão Digital?
          Inclusão Digital é permitir que as pessoas se incluam ao mundo das tecnologias da informática, no entanto, incluir-se digitalmente não é apenas trocar e-mails ou participar de redes sociais. Para incluir-se digitalmente são necessárias três ferramentas: um computador, internet e domínios dessas ferramentas.

Projeto Inclusão digital em pequenas comunidades

         
        Eu, Cristiane Paz, adoro viajar para pequenas comunidades afastadas da cidade. E em uma dessas viagens, conheci a comunidade de Maguary localizada na Floresta Nacional do tapajós, cidade de Belterra, e com um tema proposto pelo meu professor de Tic’s sobre Ciência e Tecnologia, tive a sorte de encontrar um Projeto de Inclusão digital nessa pequena comunidade.
           O projeto de inclusão digital da comunidade de Maguary, atende outras comunidades próximas como a comunidade de São Domingos e comunidade de Jamaraquá. O local onde esse projeto funciona é chamado pelos comunitários de Telecentro, o responsável pelo telecentro é uma pessoa da comunidade que recebeu instruções e um curso básico para poder trabalhar nesse local e esses responsáveis pelo Telecentro são pagos pela Prefeitura Municipal de Belterra.
           O projeto foi realizado e financiado pelo Projeto saúde e alegria em parceria com o Instituto Ayrton Sena. No Telecentro há 6 maquinas funcionando doadas pelo Projeto Saúde e Alegria, o programa utilizado nessa maquinas é o Linux, a internet utilizada no Telecentro é paga pelo Projeto saúde e alegria.
            O telecentro fica em próximo a uma escola na comunidade de Maguary, justamente com a intenção de poder incluir digitalmente os alunos dessa escola, o projeto como já mencionei possui 6 computadores, todos com acesso a internet, funciona de segunda-feira a sexta-feira das 08h00min horas às 22h30min, para que os alunos e os próprios comunitários possam realizar pesquisas na internet e também fazerem parte das redes sociais. A prefeitura municipal de Belterra envia profissionais capacitados para o Telecentro para ministrarem cursos básicos de informática para crianças, jovens e adultos.
              Segundo o depoimento do “seu” Adailson Pereira Paz, a implantação do Telecentro na comunidade foi de grande importância uma vez que eles puderam ter acesso à internet, curso básico de informática e emprego para os próprios comunitários. “Ficou muito mais fácil conhecer o mundo sem sair da comunidade, ficar por dentro de todas as noticias e poder conhecer de perto um computador, eu nunca imaginei que um dia eu e meus filhos poderíamos conhecer um computador de perto, saber como funciona, poder ter acesso a internet e ainda fazer um curso básico de informática.” (depoimento de “seu” Adailson).
               As crianças também ficaram bastante alegres com a implantação do Telecentro. “Eu achei bem legal ter um lugar onde eu posso brincar com jogos educativos no computador, poder pesquisar meus trabalhos de aula, porque antes era muito difícil para a gente fazer trabalhos porque não tinha onde a gente pesquisar, mas agora ficou muito bom, já aprendi bastante no computador” (depoimento de uma das crianças da comunidade).


 São projetos assim que fazem toda a diferença.




Por Cris Paz

Fonte: pesquisa "in loco", texto de autoria própria.